Historico do Bispo

DOM DOMINGOS GABRIEL WISNIEWSKI, CM

Estudos:

Filosofia: Seminário Filosófico dos Lazaristas, Paris/França (1949-1951)
Teologia: Seminário Teológico dos Lazaristas, Paris/França (1952-1955)
Outros Cursos: Licenciatura em Letras Neolatinas pela PUC de Curitiba-PR (1958-1961); Bacharel em Direito Civil, Faculdade de Direito de Curitiba-PR (1960-1964)

Atividades Antes do Episcopado
Reitor e professor do 1º e 2º. Grau, Seminário São Vicente de Paulo, Araucária – PR (1956-1962), Professor Titular da Igreja e Linguística da Faculdade Estadual de Paranaguá-PR, Superior Provincial da Congregação da Missão em Curitiba-PR (1969-1975); Presidente da CRB Regional do Paraná (1971-1974); Membro do Conselho de Presbíteros da Pastoral Rural, Curitiba-PR (1972-1974).

Atividades como Bispo
Bispo Auxiliar de Curitiba,PR (1975-1979); Bispo Diocesano de Cornélio Procópio,PR (1979-1983), responsável pela Comissão Justiça e Paz no Paraná, Bispo Responsável pelo Ensino Religioso, Pastoral da Educação e Diaconato Permanente do Regional Sul 2; Bispo de Apucarana-Pr (1983-2005).

Escritos de sua Autoria
Opúsculos, artigos e programas de rádio
Ao tomar posse no dia 4 de setembro de 1983, Dom Domingos encontrou os 26 municípios que integravam então a Diocese de Apucarana numa situação diferente da encontrada do Dom Romeu em 1965.
Na área rural:
A mudança na política do café, na década de 70, acarretou de grande parte dos cafezais. Ao norte, começaram as grandes fazendas de gado, canaviais e lavoura branca (soja e trigo). No sul e no centro, as dificuldades dos pequenos proprietários causaram a venda de muitos sítios com empobrecimento de muitas paróquias, algumas das quais não tinham mais população nem recursos suficientes para se sustentarem. Ao contrário de 19 anos atrás, apenas 25 por do povo ficou na lavoura. 75 por cento está na cidade.
Na área urbana:
Apucarana, como entroncamento rodo-ferroviário continua sendo ponto fundamental do programa federal do "corredor de exportação", que permite o escoamento da grande produção de cereais para o porto de Paranaguá. Os segmentos da indústria que mais prosperam são os ligados à agro-indústria, com destaque para a soja e o milho, além do beneficiamento de arroz e café. 
Em seguida vem a indústria têxtil, o setor de frigoríficos e a construção civil. No município de Arapongas destaca-se a indústria de móveis. Essa situação do 3º polo econômico da região reflete beneficamente no comércio, especialmente quando há boas safras. mas ultimamente as pequenas empresas têm sofrido a crise econômica que se agrada a cada ano. Nas periferias, inchadas por causa do êxodo rural, crescem os problemas, principalmente no setor de moradia, saúde e mão de obra não qualificada. Essas mudanças sócio-econômicas repercutem até na vida religiosa.
Nossa Proposta Pastoral:
Depois de alguns meses de mútuo conhecimento entre o Bispo da Diocese, através de encontros do clero e visitas às paróquias foi instalada, no dia 26 de fevereiro de 1984, uma Assembléia Permanente, na qual a Igreja particular de Apucarana, nos seus diversos níveis, foi convocada a fazer uma avaliação dos 19 anos de ação pastoral, revendo os valores e os problemas da caminhada e propondo novas pistas.
Finalmente, na Assembléia Diocesana do dia 9 de dezembro foi aprovado um plano de transição, o 16º Plano, para vigorar até 1987. Seu objetivo geral coincide com o objetivo da Igreja do Brasil: Evangelização, mas as prioridades para Apucarana foram: 1º Diaconias a caminho das CEBs, 2º Formação de Agentes Pastorais. Quanto à estruturação orgânica, o 16º Plano trouxe uma simplificação nos níveis de Igreja: Diocese - Paróquia - Diaconia. Neste sentido, de um lado, a Região Pastoral passou a ser apenas instrumento de coordenação e, por outro lado, a Igreja-Base a Igreja-Família passaram a ser consideradas apenas como "modo de vivência eclesial".